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Colóquio Letras nº 163, 2003, vol. I, p. 150

Vozes da Poesia Europeia – I

Tudo que os homens fazem sob o império
da cobiça, do medo, da volúpia,
da cólera, do gozo, da ambição,
há-de ser matéria deste livro…
Quando houve, aliás, tal abundância
de vícios? Quando foi que a avareza
mais largamente encheu a sua bolsa?
Quando houve, do jogo, almas tão ‘scravas?

Juvenal, Sátiras (Séc. l-ll)
Tradução de David Mourão-Ferreira

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