Bak - visual arts e-magazine
August 5th, 2008 Filed under: News by neuJá está on-line o Nº13 desta revista turca de artes visuais.
logo a caminho
August 3rd, 2008 Filed under: Graphic design by uber
União
July 30th, 2008 Filed under: Photography by John HolmesMonkey Journey To The West.
July 30th, 2008 Filed under: News by jucapingaJourney to the West, an album by Monkey, is due to be released in the UK this summer.
Created by the team behind Gorillaz (Jamie Hewlett and Damon Albarn), Journey to the West is performed by both European and Chinese musicians and singers.
The album is based on Monkey: Journey to the West, the opera which premiered at Manchester International Festival in 2007. With lyrics based on ancient Chinese texts and performed in Mandarin, the album has been recorded in London and Beijing over the last twelve months.
Radiohead - “House of Cards”
July 30th, 2008 Filed under: News by neuO novo teledisco dos Radiohead.
O making of: a realidade digitalizada em vez de filmada.
Sex Pistols - press-conference (Moscow, 24/06/2008)
July 29th, 2008 Filed under: News by neuCharles Trenet - La romance de Paris
July 24th, 2008 Filed under: News by antoniaSpiekermannPartners and Pentagram
July 22nd, 2008 Filed under: News by jucapingaA FESTA
July 19th, 2008 Filed under: Writing by nelson guerreiroTeatro Maria Matos
de 3 a 27 de Julho
4.ª a sáb. às 21H30 | dom. às 17H00
A FESTA é a primeira criação resultante do projecto Estúdios. Este
espectáculo tem origem em três workshops dirigidos pelo realizador português
João Canijo, pelos directores artísticos da companhia norte-americana Nature
Theatre of Oklahoma, Pavol Liska e Kelly Copper, e pelo coreógrafo congolês
Faustin Linyekula. Ao longo destes workshops, a equipa artística deste
espectáculo explorou diversos processos de trabalho e desenvolveu vários
fragmentos de uma obra teatral dedicada ao tema da “festa”. De seguida,
autores e actores fundiram as suas experiências anteriores, encontrando a
sua própria forma de criarem um espectáculo sobre este tema, que é um
convite não só à invenção, mas também à celebração.
criação colectiva |
texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues |
interpretação Cátia Pinheiro, Cláudia Gaiolas, Joaquim Horta, Marcello
Urgeghe, Rita Blanco, Tiago Rodrigues e Tónan Quito |
cenário e desenho de luz Thomas Walgrave |
produção, adereços e fotografia Magda Bizarro |
assistente de produção e adereços Moirika Reker |
produção Mundo Perfeito e Teatro Maria Matos |
em co-produção com Festival de Almada 2008, Alkantara Festival, CAPa e Casa
das Artes de Vila Nova de Famalicão
reflexão…
July 18th, 2008 Filed under: Writing by uber“Muros brancos, povo mudo”*
Com o propósito de responder às modificações geradas pela apropriação informal de cariz gráfico (ex: graffiti), a postura mais imediata por parte do poder politico é através dos seus técnicos, fazer avançar programas mais ou menos elaborados de limpeza e manutenção das superfícies publicas e privadas que conformam o espaço publico (ex:Estratégia de Melbourne).
Está por provar que este impulso é na realidade um gesto eficaz face aos fenómenos actuais de apropriação mais ou menos criativa ou mais ou menos destruidora que se podem observar pelas diversas categorias de espaços públicos existentes.
Por outro lado o desconhecimento dos efeitos positivos ou negativos destes fenómenos tanto para a economia (ex: via turismo criativo e cultural, Lisboa ), como social (ex: através do envolvimento das comunidades) o que acentua o carácter tecnicamente não fundamentado destas medidas.
A fundamentação técnica assente na recuperação conservadora do edificado faz sentido numa óptica de musealização a qual nem sempre é compatível com as formas mais genuínas de vivência em comunidade. (“What Time is this Place?” Kevin Lynch 1976)
Aparentemente uma situação de relativa simplicidade pode apresentar-se como complexa e de difícil gestão, tornando-se um sorvedouro infindável de recursos, gerando situações de clara insustentabilidade. (“Cities For A Small Planet”, Richard Rogers 1997)
É certo que o rigor das posições de confronto têm os seus resultados, e cabe ao poder politico e às forças de segurança publica zelar pelo cumprimento da lei. Porém esta posição não sustenta todo o trabalho dos técnicos responsáveis pelos projectos de reabilitação ou criação de espaços públicos, tudo o que possa ser desenvolvido de forma a evitar a manutenção custosa, repressão e vigilância, deve ser integrado na fase de projecto(“O Chão da Cidade”, CPD 2002 )
O acto de marcar as superfícies remonta aos primórdios da existência humana e ao longo da Historia desenvolveu vários contornos conforme as tecnologias utilizadas na inscrição e das razões colectivas, singulares, artísticas, politicas, formais ou informais, etc. Logo as respostas ao nível do desenvolvimento dos espaços públicos, e arquitectónicos tem surgido na medida do conhecimento individual ou do bom senso do autor na adaptação da obra ao território assim como na melhor gestão dos seus recursos (ex: “Towards a Critical Regionalism” 1983 Kenneth Frampton).
U.
*frase da autoria de Antonio A.






